Silva participou no início da manhã desta quarta de uma reunião com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o presidente do PC do B, Renato Rabelo, e os líderes do partido na Câmara, Osmar Júnior, e no Senado, Inácio Arruda. O anúncio teria sido feito neste encontro. O jornal O "Estado de S. Paulo" cravou que ele sairia no útimo dia 21.
Caso confirmada, a saída de Silva se dará menos de duas semanas depois de a revista "Veja" trazer denúncia feita pelo policial militar João Dias Ferreira de que o ministro fazia parte de um esquema para engordar os cofres de seu partido, o PC do B, e de ainda receber a suposta propina na própria garagem do Ministério do Esporte.
Será também um alívio para a presidenta Dilma Rousseff se Orlando Silva realmente pedir demissão, já que para muitos analistas políticos ela esperou e deu chances demais ao ministro, perdendo o que têm chamdo de "timming" de mandá-lo embora.
Após o caso vir à tona, uma série de novas denúncias surgiram e complicaram ainda mais a situação do ministro, que desde o início nega ter cometido qualquer irregularidade. Na terça, inclusive, chegou a dizer que o inquérito aberto pelo STF, a pedido da ministra Carmen Lúcia, foi iniciativa sua. "Quam solicitou a apuração fui eu", afimrou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário